Sobre mim

0 - 20 anos

Infância

Eu sempre fui uma criança inquieta. Eu realmente dei muito trabalho aos meus pais, era mesmo difícil me controlar. Eu era moleque e as "caixas" que haviam desenhado para mim, bem... eu não cabia dentro! Bombinhas juninas na correspondência da vizinhança, cola epóxi na fechadura da escola, farinha no ventilador da sala de aula, e por aí vai... A lista de peripécias é grande. Mas costumo dizer que criança que apronta, vira adulto consciente! E, por sorte, foi isso que ocorreu. Sou filho de uma professora do ensino básico e um mecânico, pessoas humildes, trabalhadoras e que fizeram um esforço enorme na tentativa de me dar uma boa educação, pela qual sou grato. 

Adolescência

Ayrton Senna, Seleção Brasileira, Raimundos e Mamonas Assassinas eram referências. Eu não tinha dinheiro pra correr de Kart, era um tremendo perna de pau e a música só iria voltar à minha vida muitos anos depois, então eu fui por outro caminho. Quando eu tinha algo entre 10 e 11 anos de idade eu comecei a praticar capoeira, o esporte que definiu muitas coisas na minha vida, muitos aspectos da minha personalidade e inclusive o nome de minhas empresas. Todo capoeirista recebe um "nome de guerra" e o meu foi: Chicote. Me mantive firme nos treinos e focado em evoluir e aprender cada vez mais por cerca de 10 anos. Cheguei a competir em um mundial juvenil (apanhei que foi lindo). Nós treinávamos em um ambiente com uma rotina bem rígida com diversos aspectos de rotina militar e cultura dos anos 80 e 90. Anos depois me deparei com uma série nas plataformas de streaming (Cobra Kai) que me fez relembrar com muito carinho esse tempo. Nossos treinamentos eram iguais. Sem compaixão!

20 - 30 anos

Juventude

Em 2006 eu estava com 21 anos. Havia finalizado o ensino médio e trabalhava desde os meus 19 anos em uma empresa de beneficiamento de grãos (eu era peão mesmo). Ao final desse ano ocorreram três eventos em um período de menos de dois meses que me marcaram muito: Inicialmente eu perdi minha mãe, depois de lutar por anos contra um câncer, alguns dias depois fui tio de Gêmeos, um casal lindo (J.V e Laskita) como eu costumo carinhosamente chamar. Apenas alguns dias depois sofri um acidente de moto, a mais de 90 km/h, onde tive seis fraturas (virei uma múmia). A recuperação foi lenta e a carreira de capoeirista terminou ali. Ainda trabalhando nessa empresa, ingressei na Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e cursava Geografia. A rotina entre trabalho e faculdade era insana, no último ano de faculdade larguei aquele emprego (minha única assinatura na carteira por oito longos anos) e consegui concluir o curso e ser aprovado no mestrado com bolsa de estudos. Cursei o mestrado e antes de finalizar o mesmo havia sido aprovado no doutorado. Conjuntamente com isso a música tomou um espaço forte na minha vida. Eu constituí uma banda de punk rock autoral que tocou em boa parte do Rio Grande do Sul na cena underground e em alguns eventos bem conhecidos da região como a Fenadoce. Chegamos a ter algumas músicas tocando por um curto período em rádios como Atlântida e Oceano. 

Juventude

Em 2006 eu estava com 21 anos. Havia finalizado o ensino médio e trabalhava desde os meus 19 anos em uma empresa de beneficiamento de grãos (eu era peão mesmo). Ao final desse ano ocorreram três eventos em um período de menos de dois meses que me marcaram muito: Inicialmente eu perdi minha mãe, depois de lutar por anos contra um câncer, alguns dias depois fui tio de Gêmeos, um casal lindo (J.V e Laskita) como eu costumo carinhosamente chamar. Apenas alguns dias depois sofri um acidente de moto, a mais de 90 km/h, onde tive seis fraturas (virei uma múmia). A recuperação foi lenta e a carreira de capoeirista terminou ali. Ainda trabalhando nessa empresa, ingressei na Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e cursava Geografia. A rotina entre trabalho e faculdade era insana, no último ano de faculdade larguei aquele emprego (minha única assinatura na carteira por oito longos anos) e consegui concluir o curso e ser aprovado no mestrado com bolsa de estudos. Cursei o mestrado e antes de finalizar o mesmo havia sido aprovado no doutorado. Conjuntamente com isso a música tomou um espaço forte na minha vida. Eu constituí uma banda de punk rock autoral que tocou em boa parte do Rio Grande do Sul na cena underground e em alguns eventos bem conhecidos da região como a Fenadoce. Chegamos a ter algumas músicas tocando por um curto período em rádios como Atlântida e Oceano. 

30 - 35 anos

Vida adulta

Com trinta e poucos eu cursava o doutorado em Oceanografia Física, Química e Geológica também na Universidade Federal do Rio Grande. A perspectiva de uma vida acadêmica fazia cada vez mais sentido, foram inúmeros artigos científicos, congressos, palestras e eventos os quais participei e produzi neste período incrível da minha vida. Foi na academia onde aprendi a ser mais organizado, centrado e objetivo. A ciência exige isso! Guardo até hoje com muito carinho as amizades de pessoas incríveis que eu conheci nesse período e pelas quais tenho grande admiração. Porém... a vida é cheia de surpresas e coisas incríveis acontecem quando menos esperamos. 

35 - 40 anos

Conheci a minha esposa (Bárbara) com 36 anos, nós não namoramos um único dia, no dia em que nos conhecemos percebemos que não fazia sentido nenhum não morarmos juntos, porque realmente parecia que aguardávamos um pelo outro uma vida inteira, ou mais. Daquele dia em diante começamos a traçar uma vida juntos. Logo após conhecer a Bárbara eu iria ficar sem bolsa de estudos, ainda com um período de pesquisa pela frente. Então me questionei: o que vou fazer? A ideia de uma vida acadêmica continuava forte em minha mente, mas eu tinha pelo menos mais uns dois anos pela frente entre finalizar a tese e aguardar ser selecionado em um concurso público para professor universitário. Naquele momento eu queria constituir família e adquirir o básico para ter o mínimo de conforto, visto que a bolsa mal dava para pagar as contas do dia a dia. Na minha carreira enquanto cientista, eu sempre estudei os impactos das mudanças climáticas no ambiente e as medidas que eram tomadas visando mitigar as mesmas. Nesse contexto, eu sempre me deparava com dados surpreendentes sobre energias renováveis, sobretudo a solar, crescendo vertiginosamente no mundo no intuito de realizar uma mudança na matriz energética global. Nesse sentido, eu entendi que uma pequena empresa de energia solar, poderia me dar o fôlego que eu precisava para finalizar minhas pesquisas e ingressar em uma instituição de ensino superior. Eu pensei... ah eu consigo vender uns projetos... terceirizo uma boa parte e consigo me manter até terminar minha pesquisa...

Conheci a minha esposa (Bárbara) com 36 anos, nós não namoramos um único dia, no dia em que nos conhecemos percebemos que não fazia sentido nenhum não morarmos juntos, porque realmente parecia que aguardávamos um pelo outro uma vida inteira, ou mais. Daquele dia em diante começamos a traçar uma vida juntos. Logo após conhecer a Bárbara eu iria ficar sem bolsa de estudos, ainda com um período de pesquisa pela frente. Então me questionei: o que vou fazer? A ideia de uma vida acadêmica continuava forte em minha mente, mas eu tinha pelo menos mais uns dois anos pela frente entre finalizar a tese e aguardar ser selecionado em um concurso público para professor universitário. Naquele momento eu queria constituir família e adquirir o básico para ter o mínimo de conforto, visto que a bolsa mal dava para pagar as contas do dia a dia. Na minha carreira enquanto cientista, eu sempre estudei os impactos das mudanças climáticas no ambiente e as medidas que eram tomadas visando mitigar as mesmas. Nesse contexto, eu sempre me deparava com dados surpreendentes sobre energias renováveis, sobretudo a solar, crescendo vertiginosamente no mundo no intuito de realizar uma mudança na matriz energética global. Nesse sentido, eu entendi que uma pequena empresa de energia solar, poderia me dar o fôlego que eu precisava para finalizar minhas pesquisas e ingressar em uma instituição de ensino superior. Eu pensei... ah eu consigo vender uns projetos... terceirizo uma boa parte e consigo me manter até terminar minha pesquisa...

Empresas

Abrimos nosso CNPJ em 21 de março de 2022, nem eu nem a Bárbara tínhamos experiência em empreender, éramos ambos acadêmicos da área das Geociências, passamos trabalho. Começamos a prospectar os primeiros clientes, ainda sem saber muito bem o que fazíamos em abril e maio de 2022. Corríamos rua o dia inteiro (precisávamos muito de dinheiro), saíamos muitas vezes 8 hrs da manhã de casa e retornávamos as 22 hrs com muitos orçamentos para fazer e muita esperança. Nós batemos em praticamente todos os comércios da nossa cidade e arredores. Ao final de maio fechamos nosso primeiro contrato, em junho mais um (indicação do Morgan, até hoje nunca soubemos quem é o Morgan hehehe) coisas do destino, em julho já tínhamos fechado mais de R$ 200.000,00 em vendas e entendemos que a coisa poderia ficar séria. O bico começava a virar negócio. Em setembro descobrimos que teríamos gêmeos! Eu e a Bárbara nunca fomos de programação, e assim como a empresa aconteceu por acaso, os gêmeos também, pois vieram sem nenhum planejamento! Foi o maior presente que poderíamos receber do universo! Neste mesmo mês os negócios iam de vento em poupa, mas era um negócio recentemente aberto e tomamos a decisão mais arriscada e mais assertiva de nossas vidas: Abrimos uma loja no shopping! Isso, seis meses depois de ter criado nosso primeiro CNPJ. Ao final de 2022, com apenas nove meses de CNPJ vendemos nosso primeiro milhão (quase...foram R$ 996.000,00). Em 2023 consolidamos a empresa e ao final realizamos outra loucura! Resolvemos abrir franquias! A meta era finalizar 2024 com 5 franquias. Vendemos um pouco mais de R$ 12.000.000,00 em projetos de energia solar em 2024 e finalizamos o ano com 13 unidades. Atualmente possuímos outros projetos paralelos saindo do papel, como a empresa de créditos de Carbono, empresa de energia por assinatura, dentre outras marcas e empresas que fazem parte de nosso Ecossistema. 

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